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Dificuldades em se mover ou falar: OMS adverte sobre novos sintomas da COVID-19


Agentes de saúde checam sintomas de COVID-19, em Guarulhos (SP), 30 de março de 2020

© AP Photo / Andre Penner

A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou novos sintomas que também podem ser um sinal da doença COVID-19, atualizando o rol de indícios da enfermidade causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2.

Além dos sintomas mais comuns da doença já conhecidos – febre, tosse seca e cansaço, a OMS adicionou dificuldades de locomoção ou dicção.

A OMS optou atualizar a lista depois de serem reportados casos de pacientes que sentiram desconfortos como dificuldade para se mover ou para falar.

Deve-se levar em consideração, além dos sintomas acima enumerados, dores, mal-estar, congestão nasal, enxaqueca, dor de garganta, diarreia, perda de paladar e olfato, bem como erupções cutâneas e mudanças de cor das mãos e pés.

“Estes sintomas são geralmente leves e começam gradualmente. Alguns dos infectados apresentam apenas sintomas muito leves”, refere o site oficial da OMS.

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© Sputnik / Nikolai Khizhnyak
Funcionário da saúde de uma estação móvel de testes de coronavírus retira amostra de um paciente na vila de Enem, na república russa da Adigueia

Contudo, chama a atenção para o fato de uma em cada cinco pessoas desenvolver uma condição grave e experimentar dificuldades respiratórias.

“As pessoas mais velhas e aquelas com antecedentes médicos, como pressão alta, problemas cardíacos ou pulmonares, diabetes ou câncer, são mais propensas a desenvolver manifestações graves da doença”, adverte a OMS.

Em 15 de maio, o diretor de Emergências da OMS, Mike Ryan, assegurou em uma coletiva de imprensa virtual na sede da organização, em Genebra (Suíça), que, embora seja muito difícil prever como o novo coronavírus irá evoluir, a humanidade deveria se preparar “para viver com ele”, pois ele poderia se tornar endêmico, retornando regularmente, informou a CBS.

“Este vírus pode se tornar apenas mais um vírus endêmico em nossas comunidades e este vírus pode nunca mais desaparecer. O HIV não desapareceu”, falou Ryan. “Não estou comparando as duas doenças, mas acho que é importante que sejamos realistas. Acho que ninguém pode prever quando ou se esta doença vai desaparecer”, assegurou Ryan, citado pela CBS.


Fonte: © Sputnik

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